terça-feira, 1 de fevereiro de 2011



Quando olhei aquele imenso mar azul-azul
Eu quis mostrar..
Que a solidão
Não se acaba apenas..
Porque se acenderam as luzes
Mas sim
Ao tempo daquele mar 
Daquele sol
E da vida que se debruçava 
Na janela do tempo
Que ainda não tinha vivido
E fiquei no areal
Escrevendo um nome !!
decorando com beijinhos do mar
Um poeta sem rosto
Que um dia
Ousei chamar

Hello, my dear!
Have a great evening & good night!
Hugs & kissses



segunda-feira, 31 de janeiro de 2011


Hello, my dear friend!
Have a good evening & a good night!
Hugs & kisses



segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

sábado, 22 de janeiro de 2011


Sem voz, sem palavras,
temo a desagradável sensação
de que estás triste
e que sentes dentro da alma
algo que passou sozinho
e te causou tristeza
aflorando a dúvida da dor,
essa sensação horrível
que não se entende,
e talvez tenhas chorado
porque embora sabendo
que tudo tem limites
e caminha para um fim determinado
continuas à espera
daquele momento que teima em não surgir.

Chris Morris


À amiga Anita por altura do seu aniversário
cuja data, num erro sem perdão, deixei passar.
Espero obter o perdão.

Chris Morris


sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

       


                                         My friends, do not die the way you used to die
                                         I beg you, do not die, wait another year for me
                                         one year
                                         just one more year
                                         we might trade ideas for walking on the street
                                         free of the hour and the banner ...
                                         we have other tasks beside searching for graves and elegies




My friend do not be upset 
we might trade ideas for walking on the street





Chris Morris

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011


O caminho
que pela minha frente se estende
será o de uma existência
imposta pelo processo evolutivo da alma?
Constantemente me questiono e escrevo
sobre os objectivos desta terrena passagem
e tento avaliar a força das palavras
que de meus dedos brotam
em traços ora suaves ora grosseiros
do meu lápis de carvão.
Das ideias que deles surgem
e me invadem a mente
reconheço o quanto é difícil perceber
quais os objectivos do Criador
como contornar as pedras
que nos surgem pela frente
desvendando os inígmas que nelas se escondem
e ponderar cada decisão a tomar.
Todo este jogo misterioso
engloba a alma
que na sua essência não entendo
porque sinceramente
não sei como formular
as perguntas para as quais já sei as respostas,
que naturalmente me ocorrem,
vêm ter comigo de forma gratuita.
Então, como humana que sou
dispo o meu corpo libertando o espírito
que entrego ao vento forte que sopra lá fora
deixando que ele, no fundo a tal alma, voe
ainda que sem as asas por demais desejadas
e deixo que uma melodia
adormeça o que de mim possa restar
quer sejam as palavras
que de meus dedos se soltaram
quer seja o barco branco,
de meus sonhos interditos,
que me transporta
para os espaços reservados,
que guardo só para mim,
para lá do horizonte.

Divagação sobre um trecho de
CÉU ROSÁRIO

Chris Morris